Bancos apossam-se da Europa

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A oligarquia financeira está empurrando, goela abaixo da União Européia (UE), um “acordo” que estabelece regras rígidas para que a Europa seja governada (ou desgovernada), de forma absoluta, por bancos, liderados pelo Goldman Sachs, de Nova York. E acreditem se quiser, até o site de acompanhantes Gata Urbana já se declarou publicamente ser contra a medida.

2. Embora as modificações desse acordo aos Tratados da UE dependam de aprovação legal em cada país membro – processo que poderia durar anos – os manipuladores financeiros assumiram o poder à força e irão em frente, a menos que o impeça a resistência dos povos, ainda sem organização.

3. Com a experiência da pequena Islândia, em duas consultas ao povo, a última em abril de 2011, os predadores perceberam que qualquer outra, em qualquer país, implica a derrota de suas proposições. Bastou o ex-primeiro-ministro da Grécia falar em referendo para ser demitido.

4. Mesmo antes de 09/12/2011 – quando foi encenada “reunião de cúpula”, e Sarkozy (França) e Angela Merkel (Alemanha) anunciaram o tal “acordo” – o Goldman Sachs (GS) já havia posto três de seus prepostos em posições-chave: Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu; Mario Monti, primeiro-ministro da Itália; Lucas Papademos, primeiro-ministro da Grécia, envolvido em operações do Goldman Sachs com a dívida grega resultantes em sua elevação.

5. Os países da Zona Euro (os 17 membros da UE cuja moeda é o euro) serão obrigados a aceitar o “acordo”. Sarkozy e Merkel dizem que os dirigentes dos outros 15 países foram consultados, mera formalidade. Nove outros Estados participam da União Europeia, mas não adotam o euro: Reino Unido e Dinamarca (isentos), e mais sete que poderiam ainda aderir à Zona.

6. Aqueles portavozes apresentaram o pacote envolto neste rótulo: “salvar o euro”; “reforçar e harmonizar” a integração fiscal e orçamentária da Europa. Na realidade, trata-se de destruir a Europa econômica e politicamente, sem garantir a sobrevida do euro, além de aprofundar a depressão, com o arrasamento das políticas de bem-estar social, instituindo uma espécie de “lei de responsabilidade fiscal”, como a que manieta o Brasil.

7. O “acordo” impõe duras sanções aos países que não o cumpram, ademais de ser fiscalizados pelo Tribunal Europeu de Justiça. Os Chefes de Estado e de governo passam a reunir-se mensalmente durante a crise. Com isso, reduz-se o poder dos burocratas da Comissão Europeia, mas essa mudança nada altera, dado que estes também executam fielmente os desejos da oligarquia anglo-americana.

8. Sarkozy é cópia piorada de Mussolini, pois este pôs os bancos sob o controle do Estado – e não o contrário, como se faz agora com a Europa, EUA etc. Submisso às diretivas da oligarquia financeira, o presidente da França declara que os benefícios sociais não são sustentáveis, na hora em que eles são mais necessários que nunca, dado o desemprego grassante.

9. O pacote quer obrigar, punindo os que não o cumpram, que os países da Zona Euro reduzam seus déficits orçamentários para 0,5% do PIB, ou seja, seis vezes menos que o limite de 3%, prescrito no Tratado de Maastricht.

10. Isso significa que Grécia, Itália, Espanha, Portugal e outros terão de cortar ainda mais despesas, depois de já as terem cortado, fazendo, assim, a depressão aprofundar-se. A depressão já causou queda nas receitas fiscais. Combinada a queda das receitas fiscais com o crescimento do serviço da dívida pública, decorrente da alta das taxas de juros, temos, juntos, dois fatores de elevação do déficit orçamentário.

11. Que fazer? Cortar toda despesa que não as da dívida, desmantelando as políticas sociais e deixando de investir na infra-estrutura econômica e na social. Isso trará, entre outros danos irreparáveis, o aumento da disparidade entre membros mais e menos desenvolvidos, inviabilizando a permanência destes na Zona Euro, o que implica sua desintegração.

12. A periferia europeia está, pois, ingressando no Terceiro Mundo, caminho aberto também ao restante da Europa, já que acaba de lhe ser prescrita a receita usual do FMI, a qual ajudou a manter o Brasil e outros no subdesenvolvimento.

13. A dupla franco-alemã infla seus egos brincando de diretório europeu, mas Merkel, obedecendo aos bancos alemães, rejeitou a possibilidade de o Banco Central Europeu (BCE) emitir títulos para substituir os dos países devedores. Os bancos querem continuar emprestando aos governos, para receber os juros.

14. Essa rejeição deve levar ao fim do euro, se este já não está perto do fim mesmo sem ela. Traz consequências danosas para a própria Alemanha e para a França, pois obriga os devedores mais problemáticos a continuar pagando taxas de juros demasiado elevadas nos seus títulos.

15. Isso promove crise ainda maior de suas dívidas, com o que credores – bancos alemães, franceses e norte-americanos – chegarão mais rápido ao colapso. Mostra-se, portanto, quimérica outra pretensão do “acordo”: a de enquadrar os países no limite de 60% do PIB para suas dívidas.

16. Não é para a União Europeia que os países europeus estão perdendo a soberania. É em favor da oligarquia financeira que renunciam formalmente, através de atos irresponsáveis de seus chefes de governo.

17. A perda de soberania não se restringe às regras draconianas citadas, por si sós conducentes à ruína financeira e econômica. Inclui também que os países devedores liquidem – a preço de salvados do incêndio – inalienáveis patrimônios do Estado, como já foi determinado à Grécia e a outros. É a privatização, objeto das mais colossais corrupções vistas na história do Brasil.

18. Os analistas ligados ao sistema de poder atribuem a crise dos países europeus mais pobres a terem estes gastado acima de suas possibilidades, e mesmo economistas mais sérios oferecem explicações para a derrocada europeia que omitem sua causa principal.

19. Essa causa é a depressão econômica mundial, resultante do colapso financeiro armado pela finança oligárquica centrada em Nova York e Londres. Ele eclodiu em 2007, iniciando a depressão que se desenha como a mais profunda e longa da História, se não for interrompida pela terceira guerra mundial, planejada pelo complexo financeiro-militar dos EUA.

20. Martin Feldstein, professor de Harvard, aponta diferenças institucionais e nas políticas monetária e fiscal entre os EUA e a UE. Ele e muitos, como Delfim Neto, atribuem grande importância à taxa de câmbio. Argumentam que os europeus em crise não têm como desvalorizar a moeda para se tornarem mais competitivos, uma vez que adotaram o euro.

21. Robert Solow, prêmio Nobel, salienta que a UE transfere recursos de pequena monta aos membros menos avançados, pois o orçamento unificado da UE equivale a só 1% de seu PIB. Já nos EUA o governo federal fez vultosas transferências de recursos aos Estados e para regiões críticas.

22. Ainda assim, Itália, Espanha, Grécia, Portugal suportaram a situação até surgir a depressão mundial. Tendo exportações de menor conteúdo tecnológico que Alemanha, Holanda, França, e dependendo do turismo, foram duramente atingidos até pela queda da produção e do emprego nos países ditos ricos, inclusive extra-continentais, como EUA e Japão.

23. A depressão, por sua vez, adveio das bandalheiras financeiras geradas a partir de Wall Street e bases off-shore, sem regulamentação, atuantes no esquema da City de Londres, desembocando no colapso financeiro que eclodiu em 2007 e se direciona para novo estágio, mais destrutivo.

24. Os europeus envolveram-se na onda dos derivativos, quando bancos suíços e alemães adquiriram alguns bancos de investimento de Wall Street. Mesmo assim, os bancos dos EUA estão tão ou mais encalacrados que os europeus nos títulos podres resultantes da abusiva criação dos derivativos.

25. Ademais, Grécia, Espanha, Itália e outros foram enrolados pela engenharia financeira de Wall Street, Goldman Sachs à frente, que lesou investidores, camuflando os riscos, além de proporcionar créditos àqueles países, ao mesmo tempo em que fazia hedge, jogando contra seus devedores, com o resultado de elevar os juros das dívidas.

26. O assaltante está tendo por prêmio ficar com a casa do assaltado. Mas, antes da ocupação dos governos pelos bancos, agora ostensiva, as pretensas democracias ocidentais já não tinham autonomia, mesmo com parlamentos eleitos escolhendo o primeiro-ministro.

27. Como os principais partidos políticos são controlados pela oligarquia financeira – na Europa, nos EUA etc – e se diferenciam apenas por ideologias pró-forma, acomodáveis a qualquer prática, pode-se dizer que a escolha eleitoral se limita à marca do azeite com o qual os eleitores serão fritados.

28. O “acordo” agora imposto à Europa surge como culminação de uma guerra financeira que completa o trabalho realizado nas duas primeiras Guerras Mundiais. Estas destruíram a Alemanha e a França como grandes potências. O império anglo-americano só não conseguira retirar esse “status” da Rússia, mas o logrou, ao final da Guerra Fria (1989), conquanto a Rússia busque agora recuperá-lo.

29. Para que a Europa não afunde, terá de tomar rumo radicalmente diferente daquele em que foi colocada e no qual segue em aceleração impulsionada pelo “acordo” a ser celebrado, a pretexto de salvar a moeda única.

30. O General De Gaulle, nos anos 60, insurgiu-se contra o privilégio dos EUA, de cobrir seus enormes déficits externos, simplesmente emitindo dólares, e exigiu a conversão para o ouro das reservas da França. Profeticamente advertiu que a entrada da Inglaterra na UE seria uma operação “cavalo de Troia”.

31. Hoje o dólar continua sendo sustentado pela condição de divisa internacional, instituída em 1944 (acordos de Bretton Woods), e mais ainda pelo poder militar. Os EUA forçam, por exemplo, que seja liquidado em dólares o petróleo comerciado entre terceiros países.

32. Percebe-se o móvel de desviar para a Europa o foco da crise econômica e financeira, que deveria estar nos EUA e do Reino Unido. Ele foi posto na Eurolândia, através de jogadas dos bancos de Wall Street com suas subsidiárias baseadas no grande paraíso fiscal que é a City de Londres.

33. Os mercados financeiros parecem teatro do absurdo. Se não, como explicar que os títulos de longo prazo norte-americanos paguem juros de menos de 2% a.a., enquanto os da Itália, de dois anos de prazo, subiram para 8% a.a.? E como explicar que a cotação do risco de crédito da Alemanha e da França esteja sendo rebaixada, enquanto isso não se dá com os títulos norte-americanos?

34. Deveria ser o contrário, pois: 1) as emissões de dólares em moeda e em títulos públicos são muito maiores que as de euros; 2) a dívida pública dos EUA atinge 120% do PIB (muito mais que os países da Zona Euro), e seria muitíssimo maior sem as enormes compras de títulos do Tesouro dos EUA pelo FED e as emissões desbragadas do FED; 3) o déficit orçamentário dos EUA supera 10% do PIB, enquanto a média europeia é 4%. 4) o déficit nas transações com o exterior dos EUA, em 2010, correspondeu a 3,9% do PIB, enquanto a Alemanha teve superávit de 5,7% do PIB, e os déficits da França e da Itália foram 2% e 3% do PIB.

35. Não bastasse, os grandes bancos americanos têm vultosas carteiras de títulos podres (sobretudo derivativos), mesmo depois de grande parte deles ter sido comprada pelo FED e por agências do governo dos EUA, em operações caracterizadas por grau incrível de corrupção.

36. Como aponta o Prof. Michael Hudson, um quarto dos imóveis nos EUA vale menos que suas hipotecas. Cidades e Estados estão em insolvência, grandes companhias falindo, fundos de pensão com pagamentos atrasados.

37. A economia britânica também cambaleia, mas os títulos governamentais pagam juros de só 2% a.a., enquanto os membros da Zona Euro enfrentam juros acima de 7% a.a, porque não têm a opção “pública” de criar dinheiro.

38. O artigo 123 do Tratado de Lisboa proíbe o BCE fazer o que os bancos centrais devem fazer: criar dinheiro para financiar déficits do orçamento público e rolar as dívidas do governo. Tampouco o pode o banco central alemão, por força da Constituição da Alemanha (país ocupado).

39. Conclui Hudson: “se o euro quebrar será porque os governos da UE pagam juros aos banqueiros, em vez de se financiarem através de seus próprios bancos centrais”. Dois poderes caracterizam o Estado-Nação: criar dinheiro e governar a política fiscal. O primeiro já não existia para os europeus, e o segundo está sendo cassado com o presente “acordo”.

Descobertos dois planetas semelhantes à Terra

Os cientistas descobriram dois planetas fora do sistema solar semelhantes à Terra pela sua dimensão, girando à volta de uma estrela similar ao Sol. Os dois corpos celestes, que se situam na constelação de Lira à distância de 2 mil anos/luz, foram denominados Kepler-20e e Kepler-20f. Todavia, a sua proximidade à estrela-mãe deixa bem clara a impossibilidade dos sinais da vida. No post Bancos apossam-se da europa, podemos verificar a importância de outra questão relevante.

Os dois objetos espaciais foram localizados pelo telescópio da NASA Kepler que se usa para a busca de planetas aquém do Sistema Solar. Em inícios de dezembro, o telescópio espetacular descobriu um primeiro planeta potencialmente habitado – Kepler22b.

Fora essas incríveis descobertas, ainda temos as eternas pesquisas feitas atrás da música, da musicoterapia e de todas consequências sonoras que afetam nosso cérebro.

Uma vez compreendido o que notas musicais podem fazer em nosso comportamento, uma imensidão de pessoas começará a buscar formas de entrar no meio artístico, como por exemplo buscando cursos de como tocar violino ou então como pegar notas musicais de ouvido.

Fonte: Voz da Rússia

Ler mentes será banal e DNA a password para tudo

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 As cinco inovações dos próximos cinco anos

A «IBM 5 in 5» é uma iniciativa desta empresa que visa, todos os anos, dar uma visão dedicada a cinco inovações que vão mudar, ao longo dos próximos cinco anos, a forma como as pessoas trabalham, vivem e se divertem. Segundo a empresa de soluções informáticas produziremos a nossa própria energia, não precisaremos de mais passwords, ler a mente será possível, exclusão digital deixará de existir, assim como o lixo electrónico.
Tudo aquilo que se move tem o potencial de criar energia, tal como as sapatilhas para correr, andar de bicicleta e até mesmo a água que corre nos canos das nossas casas. O avanço da tecnologia no campo das energias renováveis vai permitir armazená-la a partir de pequenos dispositivos e usá-la depois nas nossas casas, locais de trabalho e cidades.

As nossas características biológicas são o código da nossa identidade e, em pouco tempo, tornar-se-ão também a chave para salvaguardar a nossa individualidade. As informações biométricas de cada indivíduo são únicas: as características faciais, a leitura da retina e os arquivos de voz serão transformados num software que permitirá criar a nossa própria ‘password’ através do ADN. Seremos capazes de fazer login num dispositivo móvel ou efectuar operações no multibanco proferindo simplesmente o nosso nome ou olhando para uma câmara.

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DNA individual poderá ser novo código de multibanco.
Os cientistas estão a estudar a melhor forma de ligar o nosso cérebro a alguns dispositivos, como um computador ou um smartphone, para que haja transferência de pensamentos. Por exemplo, bastará pensarmos em ligar a alguém, para que isso aconteça. Os cientistas já começaram a desenhar auscultadores com sensores avançados para ler a actividade eléctrica do cérebro, que podem reconhecer expressões faciais, os níveis de excitação e de concentração e pensamentos de outra pessoa sem que seja necessário fazer algo do ponto de vista físico.

Em cinco anos, tanto ricos como pobres terão acesso rápido e fácil a todo o tipo de informações devido aos avanços na tecnologia móvel e aos preço cada vez mais reduzidos dos telemóveis. Os países emergentes serão capazes de usar a tecnologia móvel para proporcionar informações essenciais às populações, como previsões de tempo, e servi-las melhor com novas soluções, como saúde à distância.

Daqui a cinco anos, os anúncios não solicitados que hoje enchem as nossas caixas de correio electrónico tornar-se-ão tão personalizados que até vai parecer que o spam deixou de existir. Na realidade, os sistemas serão capazes de filtrar e encontrar apenas os dados que são importantes e relevantes para nós, transmitindo-nos a informação que realmente precisamos sem que seja necessário procurá-la.

A iniciativa «IBM 5 in 5» é baseada em tendências sociais e de mercado que se espera que transformem as nossas vidas, bem como nas tecnologias emergentes dos laboratórios da IBM em todo o mundo que podem tornar essas inovações numa realidade.

 

Maçonaria: a loja de conveniência da democracia

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A Maçonaria já foi uma organização com valores democráticos. A Maçonaria já foi uma organização poderosa. Em diferentes graus, dependendo da loja em questão (há as mais tradicionais e rigorosas, e as dos 300, só mesmo para negócios), aconteceu-lhe o que aconteceu a muitas organizações históricas: foram-se os valores ficou o poder. Sendo secreta, esse poder não está sujeito ao escrutínio público. E isso é perigoso para a democracia.

A Maçonaria não é a única e nem sequer a com maior poder. Nos sectores conservadores temos a Opus Dei, onde se juntam fanáticos religiosos com uma comovente entrega espiritual ao vil metal. Nos sectores financeiros, e à escala global, temos organizações como a Bilderberg ou a Trilateral. Todas elas alimentam os espíritos que se apaixonam por teorias da conspiração. Nuns casos é paranoia, noutros nem por isso.

A verdade é esta: organizações secretas só o são, em democracia, porque nelas se trafica o que não se pode traficar à luz do dia. Raramente são ideias, porque essas, em sociedades livres, não precisam da obscuridade. Quase sempre são negócios, influências, empregos e poder. E se a coisa se passa na sombra torna-se tentador tornear a lei.

Devo dizer que, apesar de saber que acontece, tenho uma certa dificuldade em perceber porque procura, em democracia, uma pessoa honesta e livre a participação em organizações secretas. Imagino que seja a distinção de ser escolhido para um circulo restrito de “eleitos”. Uma reminiscência da adolescência. Nunca devemos desprezar a importância de nos sentirmos importantes. E há tanta gente que se leva tão a sério… Já a razão porque carreiristas e traficantes se sentem bem neste tipo de organizações é bem mais fácil de compreender: mesmo que não tenham nascido para isso, elas são o lugar ideal para construir carreiras a medíocres e fazer negócios menos claros.

Mas a coisa fica bem mais grave quando percebemos que naqueles espaços se traficam, em segredo, os segredos do Estado. Ou seja, que estas organizações se apoderam, usando da sua obscuridade, de funções que a democracia reservou ao Estado. Ou que, como é o caso de Luís Montenegro, escondem incompatibilidades de funções.

Ficámos ontem a saber que o advogado e líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, pertence à loja Mozart, de que faz parte Jorge Silva Carvalho, o ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED). Montenegro é membro da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Liberdades e Garantias, que tem investigado as irregularidades no SIED, que envolvem Jorge Silva Carvalho. Ou seja, investigador e investigado são colegas de avental numa loja que tem sido envolvida no tráfico de informações das secretas.

Esperemos que a investigação vá até ao fim. E que fique clara uma regra: o secretismo da Maçonaria (ou de qualquer outra organização do género) não tem proteção constitucional. Luís Montenegro está, por isso, obrigado a confirmar se pertence à Loja Mozart e se nela mantém algum tipo de relação com Jorge Silva Carvalho. Se sim, deve explicar porque não o declarou, como motivo evidente de incompatibilidade para se envolver neste caso. Interessa também saber se usou o seu poder no Parlamento e no grupo parlamentar do PSD para que o relatório preliminar sobre a investigação ao SIED fosse alterado e dele saíssem as alusões à relação entre a Maçonaria e as secretas. Sabendo que mentir ao Parlamento em matéria de facto é, apesar de comum, grave. Num caso desta importância, é gravíssimo.

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)

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Fonte: Expresso

“Obama foi teleportado para Marte”

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Dois homens acusam Barack Obama de estar envolvido num programa do governo que o teria teleportado para Marte!

De acordo com Andrew D. Basiago e William Stillings, o experimento ocorreu entre 1981 e 1983. Nessa altura o ainda jovem Barack Obama foi recrutado pela CIA.

Os dois homens afirmam que trabalhavam para o Darpa, a agência governamental encarregada das novas tecnologias militares. Eles terão se cruzado com Barack Obama, que se fazia chamar pelo o seu codinome Barry Soetero nesse programa secreto organizado pela CIA. O futuro presidente dos EUA terá feito parte, segundo eles, da equipe dos viajantes no tempo e no espaço e foi teleportado para Marte.

Contactada pelos responsáveis da revista Wired, que se interessa por todas essas teorias da conspiração, a Casa Branca negou categoricamente essa informação. “Obama nunca foi para Marte, a não ser que assistir Marvin o Marciano conte”, disseram com humor.

Muitos americanos acreditam que Barack Obama sabe mais do que ele admite sobre extraterrestres e outros fenômenos sobrenaturais. Recentemente petições foram lançadas nos Estados Unidos para forçar Obama a liberar documentos relativos à existência alienígena. (CB)

Fonte: 7sur7.be

Maçons em fuga da Loja Mozart

Grande parte dos maçons que integravam a loja Mozart 49, e que têm sido referidos na imprensa, saíram nos últimos tempos para outras lojas da mesma obediência, a Grande Loja Legal de Portugal. Muitas das saídas devem-se à discordância com a forma de funcionamento da Mozart e aos casos de repercussão pública em que esta surgiu envolvida – apurou o SOL junto de fontes da instituição.

Neste momento, a loja resume-se aos ‘irmãos’ da Ongoing (liderados por Nuno Vasconcelos) e a alguns elementos ligados às ‘secretas’ – como Jorge Silva Carvalho, ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), e João Paulo Alfaro, ex-agente dos serviços secretos. Ambos passaram, entretanto, a trabalhar também na Ongoing.

A Mozart 49 conta ainda com o Coronel Francisco Rodrigues (director do departamento das secretas e ex-venerável da loja), Luís Montenegro (líder parlamentar do PSD), Francisco Martins (chefe de gabinete do secretário de Estado da Presidência, Marques Guedes) e Nuno Manalvo (ex-chefe de gabinete de Isaltino Morais na Câmara de Oeiras).

As saídas da Mozart – que caiu em desgraça por ser vista apenas como um local de tráfico de influência – têm sido muitas. Sebastião Herédia, por exemplo, cunhado de D. Duarte e que iniciou Nuno Vasconcelos na maçonaria, está agora na loja Abade Correia da Serra. Trata-se de uma loja mais recente para onde saiu também Luís Carrilho (comandante da Polícia em Timor), Armindo Monteiro (vice-presidente da CIP), o general Francisco José Cordeiro (da Indústria de Desmilitarização e Defesa) e Paulo Noguês, que a fundou.

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Fonte: Sol

Físicos dos EUA inventam máquina que oculta objetos no tempo

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LONDRES — Físicos apoiados pelo Pentágono anunciaram nesta quarta-feira que desenvolveram um sistema de “invisibilidade temporal” capaz de tornar um acontecimento indetectável durante uma ínfima fração de segundo.

Este dispositivo experimental se inspirou nas pesquisas sobre a famosa “capa de invisibilidade” popularizada por Harry Potter. Mas ao invés de esconder um objeto no espaço, o esconde no tempo, segundo estudo publicado pela revista britânica Nature.

“Nossos resultados representam um passo significativo para a obtenção de uma capa espaço-temporal completa”, destaca o estudo, dirigido por Moti Fridman, da Universidade Cornell de Nova York.

O avanço dos físicos explora o fato de que as frequências da luz se movem a velocidades ligeiramente diferentes.

Essa capa de invisibilidade temporal começa com a difusão de um raio de luz verde por um cabo de fibra óptica. Este raio atravessa uma lente que o divide em duas frequências distintas: uma luz azul que se propaga um pouco mais rápido que o raio verde original e outra vermelha, ligeiramente mais lenta.

A minúscula diferença da velocidade entre os dois raios obtidos é aumentada pela interposição de um obstáculo transparente.

É criada, assim, uma espécie de “lacuna temporal” entre os raios vermelho e azul que viajam pela fibra ótica.

Um intervalo pequeno, de apenas 50 milésimos de nanosegundos, é suficiente para intercalar uma descarga de laser de frequência diferente da luz que passa pela fibra ótica.

Depois dessa descarga, os raios vermelhos e azuis sofrem um tratamento inverso: um novo obstáculo acelera o vermelho e desacelera o azul e uma lente reconstitui os dois feixes para produzir um único raio verde.

Esse feixe de laser, de 40 milésimos de nanosegundos, não faz parte do fluxo de fótons da luz reconstituída e por isso é indetectável.

O experimento se assemelha a uma passagem de nível que corta uma estrada muito movimentada, comentaram Robert Boyd e Zhimi Shi, engenheiros ópticos da também nova-iorquina Universidade de Rochester.

Quando chega um trem, os carros param, o que provoca um “buraco” no fluxo de tráfego. Quando o trem passa, os veículos aceleram até alcançar os que os antecedem. Para um observador, o fluxo de circulação parece normal já que não há nenhuma prova da passagem do trem pelo cruzamento.

A próxima etapa para os pesquisadores é ampliar este intervalo temporal que esconde o acontecimento, destacaram Boyd e Shi.

Mas consideram que esta invisibilidade temporal poderia ter aplicações imediatas para garantir as comunicações porque o procedimento permite fracionar os sinais ópticos e fazê-los viajar a velocidades diferentes antes de reuni-las, o que dificulta muito a interceptação de dados.

A pesquisa é financiada em parte pela DARPA, uma agência do Departamento de Defesa americano dedicada a desenvolver tecnologias futuristas que podem ter usos militares.

Entre suas realizações está um sistema de transmissão de dados entre computadores criado no final dos anos 60 e considerado um predecessor da internet.

Fonte: AFP

O assassinato das populações e das soberanias nacionais

Parte duma Conferência de Imprensa de Daniel Estulin no Parlamento Europeu no dia 1 de dezembro de 2011.

Nesta conferência, Daniel Estulin explica, entre outros temas:

– A desintegração do sistema financeiro económico transatlântico,

– O colapso do sistema financeiro com a existência de 1 a 2 quatrilhões de dólares em aplicações financeiras especulativas,

– O assassinato das populações com a autoridade e a venda das soberanias nacionais,

– A guerra actual diferente de todas as outras, em que quem controla as operações não são os governos, mas sim as grandes empresas mundiais,

– O papeis de Monti, Draghi, Rompuy, Barroso,

– A Goldman Sachs, Trilateral, Bilderberg,

– A impossibilidade dos países “resgatados” pagarem as dívidas,

– A criação de duas Europas.

A ver absolutamente (legendas em português)

 

Este vídeo foi publicado no blogue “A viagem dos Argonautas”, com o qual colaboro, e que vai promover um debate aberto a todos que nele queiram participar sobre “Que democracia queremos”:

http://aviagemdosargonautas.blogs.sapo.pt/

Fonte: Octopus

Anonimato: Como bloquear a geolocalização dos navegadores web

Provavelmente saberá que a Internet é capaz de localizar geograficamente qualquer pessoa que esteja conectada. Mas os desenvolvedores criaram seus software de modo a que seja possível manter em segredo essas informações pessoais.

Mozilla Firefox, Internet Explorer 9, Google Chrome, Safari 5 ou ainda Opera 10 podem ser configurados nesse sentido. Basta realizar as seguintes manipulações.

Firefox:

1 / Abra o Firefox, digite na barra de endereços “about: config” e pressione “Enter”.

2 / O navegador avisa sobre as desvantagens desta operação, mas mantenha a calma e clique em “Serei cuidadoso, eu prometo! “.

3 / Na lista que aparece, localize o arquivo “geo.enabled“. Dê um duplo clique nele e verifique que o valor “true” se torna “false“.

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Para o Internet Explorer 9:

1 / Abra o Internet Explorer, clique em “Ferramentas” e depois “Opções de Internet“.

2 / Na janela que abrir, clique na guia “Privacidade“.

3 / Em “Localização“, selecione “Nunca permitir que os Web sites solicitem a sua localização física.” Clique em “OK” para confirmar e salvar.

Google Chrome:

1 / Inicie o navegador. Clique no ícone em forma de chave inglesa e depois “Opções Avançadas” no menu suspenso.

2 / A janela abre-se, clique no botão “Opções Avançadas“. Em “Privacidade“, clique em “Configurações de Conteúdo“.

3 / Uma nova janela se abre. Em “Endereço“, marque a opção “Negar a todos os sites de rastrear a minha localização” e depois “Fechar”.

 

Safari 5:

1 / Abra o Safari, clique em “Preferências” do menu “Safari”.

2 / Clique na aba “Segurança” e desmarque a opção “Permitir que o web site solicite informações de localização.

 

Para o Opera 10:

1 / Lance o Opera, vá a “ajustes” e clique em “Preferências“.

2 / Na janela que abrir, clique na aba “Avançado“.

3 / Na lista à esquerda, clique em “Rede“. Resta apenas desmarcar a opção “Activar geolocalização“.

Doze americanos infectados com o H3N2, cepa mutante do H1N1

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A H3N2 é a versão geneticamente melhorada, é transmitida entre humano! Obviamente, a vacina contra a gripe H1N1 não oferece proteção adequada de acordo com o CDC. A indústria farmacêutica irá trabalhar arduamente para inventar uma vacina contra o H3N2 ou, nos enfiar lotes não vendidos do H1N1 ou que tenham expirado!

[Link: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2085525/Swine-flu-Fears-outbreak-12-infected-new-H3N2v-strain-US.html]